sábado, 15 de agosto de 2009

Bar do Roberto, o Boteco de Fé – Village – 14 de agosto de 2009.

Relatava aqui a minha busca por uma nova casa, um novo porto seguro. Estava sendo impulsionado à troca por uma freqüência modernosa, mas que graças a Deus, sumiu como fumaça. Por conveniência, proximidade, não abrindo mão da familiaridade, como sempre, me rendo aos em cantos do Bar do Roberto. Em cima do estabelecimento tem uma placa feia, onde se vê escrito Point do Village – odeio este nome, pois para todos nós, é e sempre será Bar do Roberto, agora mais tocado pelo educadíssimo Léo, contrariando de certa forma uma forte tendência que os donos de bar acompanham, onde grande parte opta pela comunicação breve e meio grosseira, mas com Léo é diferente, ele é um cavalheiro. Portanto, posso dizer que lá continua sendo meu Boteco de Fé. Sem a mínima dúvida, digo que é sim o melhor boteco da localidade (Portuguesa / Village).

Ontem não tinham os deliciosos pasteis miniatura de carne, na estufa, que normalmente são devorados aos montes, mas foram muito bem substituídos pelos provolones, em nacos grosseiros, que parecem ter vindo da fábrica só pra quem vai aquele balcão; e pela generosa porção de tremoços, vendida por dois Reais. Os dois atuaram como reservas de luxo, num time de craques.

Quando terminava a quarta Antarctica, e a segunda porção do acepipe, chega então a grata surpresa: Arthur. Depois de coisa de um ano, revejo este amigo, que foi ser pai recentemente, contava as aventuras de seu Timóteo à minha Deise.

Nas fotos, ainda se vê Felipe Mariano, sempre amparado por este apreciado balcão, o cavalheiro Léo e o Luizinho, além das s garrafas da lista de preços. Agora, a cartolina ostentada ao lado do caixa, onde se alerta para mais um benefício do estabelecimento, realmente chama a atenção.


















Inté!

6 comentários:

Carol disse...

Pras boas tu nao chama né?! Quero provar os pasteis de carne e o famoso provolone substitto ... hehehehe

Rodrigo Nonno disse...

Opa, Carolzita!

Quando a Ilha do Governador se alegrar com a sua visita, me cobra esta ida ao Roberto.

Agora, que é uma ijustiça você dizer isso, é. Isto é!

Lhe esperamos de braços abertos por aqui, minha amiga.

Yuri de Nonno disse...

Sem contar que quando falta grana, para ir ao estádio, a boa é o Bar do Roberto, ver os jogos de futebol né não? E diga-se de passagem sempre muito bem acompanhado de uma Brahma bem gelada!

Fui que fui!

Rodrigo Nonno disse...

Yuri:

É verdade sim, mas até lá , onde o dono do bar é vascaíno, percebemos a maioria esmagadora da Maior do Mundo.

Quanto à Brahma, é indiscutível.

Forte abraço, meu primo!

Henry disse...

Meu cumpadre! que descoberta hein....vamos chegar aí numa sexta feira para provar desses quitutes e tomar uma boa gelada, e é claro por o papo em dia!
sucesso, saúde e tudo de bom é que eu e o diario de sambista, deseja a ti!

Daniel Rebelo disse...

Caro ébrio habitual,

Temos que lutar contra a incorporação de estrangeirismos nos nossos butiquins, daqui a pouco chegaremos ao balcão e pediremos um Lemon, assim não dá.

Viva a cultura nacional e popular.

VIVA O MARACUJÁ!!!