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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

114



Apesar da imprescindível vitória de ontem sobre o enjoado Timbu, o Bar do Beto não ficou tão cheio. Talvez grande parte dos rubro-negros que costumam lotar aquele o aprazível balcão – diante da importância da partida – resolveu torcer mesmo de casa, garantindo a locação ideal para as rezas e mandingas que se fazem tão necessárias nesta fase da competição.

O capitão Júlio fez muita falta na tarde em que o Fla assumiu a vice-liderança. Porém, com toda certeza desse mundo, ele viu o bate-rebate na área do Náutico, findando no primeiro gol rubro-negro, marcado por Pet, e posteriormente delirou com o gol que deu a Adriano a artilharia do campeonato.

Não sabemos por onde ele estava, mas que o manipanço feito por Júlio ajudou o Mengão, isso ajudou.

Inté.

p.s: Peço-lhes desculpas por não fotografar. Ontem a tensão foi grande e, mesmo me valendo da máquina , não desgrudei o olho da tevê (isso aquela mesma de plasma que o leu sismou).

sábado, 14 de novembro de 2009

SECADOR RUBRO-NEGRO DA ILHA

Mais de cem rubro-negros secaram o São Paulo neste início de noite (onde?) no Bar do Beto, mas não teve jeito. O tricolor paulista venceu por 2 x 0 o abatido Vitória, mas isso não esfria a marcha rumo ao hexacampeonato.

A atuação do primeiro time, dos comandantes daquele balcão é que merece destaque. Com seu lindíssimo manto de série limitada (esplendida camisa distribuída apenas para conselheiros do CRF. Nela se vê o imenso número 113, comemorando este aniversário do Mengão e marcando o início dos trabalhos da Olympikus na Gávea), o aclamado técnico Baixinho comandou confortavelmente o furdunço.

Júlio (Julio é um dos flamenguista mais fervorosos que já conheci), o capitão do grupo, dava com os braços no ar e ditava durante todo jogo palavras de ordem, de baixo da tal TV de plasma que Léo (vascaíno) ostenta em cima da geladeira de refrigerantes, de frente pra rua e para os mais de cem flamenguistas. Mesmo à distância, os brados de Meeengooo! ; Meeengooo! ; eram facilmente ouvidos por quem passava pelo Ilha Plaza.

O competentíssimo armador Julinho – como todos que se espremiam no balcão - também se esforçou bastante, mas não havia mesmo de ser. Pelo menos, a cerveja estava de doer os dentes.

Amanhã, às cinco da tarde, a festa está garantida. Contarei para vocês como foi. Prometo fotografar.
Inté.