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sábado, 7 de novembro de 2009

LENTES DE O "butecólico": RAFAEL BARROS IV

Neste exato momento (22h30), Rafael me chamou no rádio. Prometendo muitas fotos, um caminhão de lembrancinhas e uma garrafa de Pitu Gold, ele me acionou para informar sobre sua recém-posição no globo terrestre: uma aprazível birosca em Recife, (o casal Mônica e Rafael, com o rebento Mathues, foram visitar parentes da esposa na Veneza Brasileira). Eles acabaram de chegar.

Muito feliz por saber que estão em um delicioso passeio pela histórica cidade nordestina, resolvi encerrar hoje minha perseguição ao grande amigo Rafael Barros, com os flagrantes de ontem no Beto.

O assíduo frequentador deste balcão foi fotografado algumas vezes (vejam
aqui, aqui e aqui) em seus momentos de laser pelas lentes de O "butecólico".

As fotografias desta postagem mostram Rafa, não só no balcão, mas em uma das mesas espalhadas na frente do agradável bar.

Após os registros, fizemos companhia a este doce, a este devotado bebedor, que na maioria dos seus dias, carimba por lá a sua presença.

Completando o time de famosos, Daniel C.A (grande irmão) chegou por volta das 23H. Outro que nos honrou com sua presença foi o sumido Rodolpho, que hoje mora na Lapa, mas não abandona seu balcão preferido, o Bar do Beto.



Inté.
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P.S: A série Lentes de O "butecólico é um plagio descarado - mas autorizado - da genial EGO DO BUTECO, de Eduardo Goldenberg, dono do melhor blog que conheço (vejam aqui).

terça-feira, 27 de outubro de 2009

LENTES DE O "butecólico": RAFAEL BARROS III


Já que a imagem não ficou lá grandes coisa, darei continuidade aos relatos sobre esta noite de sexta-feira, o dia que mais enche no Beto. Com isso, descrevo a vocês, que acompanham os relatos deste bar, uma triste constatação: há mais de uma semana, não se vê tremoços em nosso buteco de fé, e por este motivo, resolvi me valer de meu estoque (compro um pote com dois quilos e meio do acepipe no atacadista ASSAI, por R$ 8.00). Levei outro pote (este, menor, tipo esses tapeware’s) cheio até o tampo do tão apreciado leguminoso. Não satisfeito, Hugo resolveu fazer dali um rodízio de carnes, pedindo à Maria (esta aqui) todos os tipos de espetos que ela tinha pronto. Posso jurar que ele comeu mais duas bandejinhas dessas quem vocês irão ver, além de um copo de feijão, acreditem. Na hora de nos recolhermos - já que a noite era mesmo de surpresas -, meu irmão, Diego, aparece, após ter buscado sua Tânia no trabalho, isso já mais de meia-noite.


p.s: soube por minhas fontes que Rafa só abandonou o posto às duas da manhã.

Inté.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

RAFA ESCAPA NOVAMENTE

Definitivamente, tenho que mudar de fonte (é secreta e não posso revelar), ou - mais uma vez - fui despistado. Ao chegar hoje no Bar do Beto, vi quase todos, menos ele. Rafael Barros (este aqui), segundo soube no balcão, passou por lá, mas nada e de esquentar lugar. O ébrio zarpou imitando o Halley, me deixando entristecido.

Agora, para minha sorte, o local conta com a presença de outros ilustríssimos insulanos, que - assim como Rafa - também merecem ser estampados nas páginas de O "butecólico". O primeiro a dar as caras foi o Brito (Brito é pai do meu grande amigo Jeffinho - falarei dele outro dia - já foi flagrado, aqui, pelas lentes deste blog). Depois vem a Maria, que há muito mais de dez anos vende churrasquinho em frente ao Bar do Beto. Roberto, de certa forma, apoia a atividade desta simpaticíssima senhora. Maria atrai, quase todas as noites, com suas varetas de carne, salsichão e asa de frango na brasa, dezenas de beberrões, além de famílias inteiras. Por isso, ela até utiliza a energia elétrica do citado butequim para iluminar sua carrocinha. E eu ... bom, eu tenho o privilégio de assistir tudo isso de camarote, com Antarctica custando R$ 2.60.



Inté.

sábado, 17 de outubro de 2009

LENTES DE O "butecólico": RAFAEL BARROS II

O excesso de confiança me levou a fracassar. No meu último acossamento ao meu amigo Rafael Barros - dava sequência ao que viram aqui (e ainda verão muito mais) -, onde procuro capturar imagens deste ébrio para postagens aqui, em O “butecólico”, fui negligente. Mesmo sabendo que poderia utilizar recursos da minha máquina fotográfica para aproximar o objeto (Rafael Barros, no Bar do Beto), resolvi chegar mais perto. Esta ousadia descabida me revelou a ele. Logo após dar o primeiro disparo (acompanhado do flash, outro sinal claro do amadorismo que acompanha-me em certos atos), fui descoberto por ele, que logo sorriu para as lentes de O “butecólico”.

Garanto a vocês, que - em absolutamente nada - o ocorrido abala o objetivo desta tarefa. Trazer a vocês fotografias deste entusiasta cervejeiro, que tanto valoriza nossas maravilhosas tabernas da Ilha do Governador.

Inté.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

LENTES DE O "butecólico": RAFAEL BARROS

Hoje é dia de começarmos mais uma série aqui em O “butecólico”. Porém, desta vez, dou início à uma perseguição daquelas implacáveis, aquelas que causam inveja aos pararazzis mais intrometidos, mas bisbilhoteiros. Não vou perseguir nenhum cretino “famoso” (termo ridículo, um dos mais escrotos do mundo), mas valendome da alta qualidade do zoom de minha nova câmera - comprada para melhor informá-los em O “butecólico” -, irei capturar imagens surpreendentes do meu grande amigo Rafael Barros. Trarei a vocês a intimidade do amigo, quando este ébrio estiver debruçado no balcão do Roberto, ou mesmo de outros estabelecimentos. Vocês devem estar se perguntando a razão pela qual resolvi dar início à esta maratona voyerista. Confesso que não saberia deixar claro minhas motivações para este acossamento, tão pouco minhas pretensões, mas talvez a freqüência demasiadamente assídua de Rafa ao balcão do Beto tenha despertado em mim a vontade de fotografá-lo (sempre sem que ele saiba), com o intuito mostrar a vocês a rotina de um homem contente, de um amigo feliz da vida.

Eu e Rafael fomos criados juntos na Aerobita (saudades, saudades e mais saudades), o conjunto habitacional, na Portuguesa, que amamos até hoje, como se ainda morássemos lá (outro dia falarei sobre a Aerobita, aguardem).

Abrindo a série – que não tem prazo para terminar –, a fotografia de Rafael mostra como meu amigo fica à vontade neste buteco (o Bar do Roberto), que tão bem nos acolhe. Esta imagem foi feita na noite da última quinta-feira (ontem), às 23h40min, quando a porta da esquerda do bar já havia descido. As lentes de O "butecólico" acabaram atingindo também o Thiaguinho (à direita), mas, por favor, vamos voltar a atenhção pro Rafa.

p.s: pedi licença ao meu caro Eduardo Goldenberg, do – inigualável –
BUTECO DO EDU, para fazer aqui, em O “butecólico”, algo parecido (talvez uma imitação rasteira) com o que ele já faz há muito no seu balcão virtual, com a fantástica série EGO DO BUTECO, como podem ver aqui.

Inté.