segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Direto do Ceará

Neste domingo chuvoso, por volta das nove, logo após ter acordado e cuidado da nossa Paçoca (membro mais novo da família, uma linda calopsita) e levado meu Yuggi (nosso lindo Labrador) para sua primeira caminhada de hoje, o telefone toca. Era o meu grande irmão Luiz Eduardo Ribeiro de Jesus, que atende pelo carinhoso apelido de Tecão. Parecendo ansioso, Tecão me faz uma pergunta, sem me permitir que responda:

- Está em casa, vida mansa ? Estou indo aí!

Passados uns dez minutos, ele me aparece aqui me entregando um grande pacote e uma garrafa embrulhada em um jornal. Afoito, Tecão vem se explicando – como se fosse preciso – e manda:

- Só me esqueci das fitas de Nosso Senhor do Bonfim.

Fui logo na garrafa e percebi que se tratava de uma cachaça artesanal feita no Ceará, local maravilho que acabara de chegar um dia antes. Ainda delirando, parti para rasgar o embrulho, como criança que destrói o papel de presente. Lá tinha nada mais, nada menos, que quase dois quilos de castanhas de caju. Entusiasmada, minha querida Deise baixou nas pobres castanhas, me proibindo de abrir a garrafa, pois, segundo ela, ainda era muito cedo para beber cachaça. Um dos pacotes – até fácil de abrir, pois estava com a embalagem esticada de tão cheio – trazia castanhas torradas, levemente salgadas. No outro, - desculpem a covardia de relatar isto – tinha mais de meio quilo de castanhas caramelizadas, com pedaços de gergelim agarrados.

Vejam a foto, com desfalque da metade das castanhas que chegaram.



Além de todas essas maravilhas que meu caro amigo-irmão trouxe, ele ainda pode se lembrar da lembrancinha de Fortaleza, que assim que chegou, passou a compor a estante.

Ainda não bebi a cachaça, mas logo que degustá-la, conto a vocês.

Inté!

5 comentários:

Rodrigo disse...

Esse vc pode chamar de irmao mesmo hein... Só o yuggi pode reclamar, pq pelo jeito ficou sem o passeio dele..
Abracao

Rodrigo da comuni.... hehehehe

:::DIARIO DE UM SAMBISTA::: disse...

Pode deixar que estou levando os tira gostos para degustar dessa iguaria do ceará!

Rodrigo Nonno disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Rodrigo Nonno disse...

Opa, Rodrigo!

Sim, ele é um grande irmão que tenho, mas está de olho em acabar com a garrafa também. Quanto ao Yuggi, este não fica sem o seu passeio , mesmo se eu estiver cambaleando. Que pergigo!

Um forte abraço.

Rodrigo Nonno disse...

Meu caro Henry, sinta-se à vontade para levá-los para outras bandas. Agora quero mesmo é que venha um dia aqui para bebericarmos desta ou de outra maravilha.

Axé, caro amigo.