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terça-feira, 20 de abril de 2010

MERICA



Há pouco eu dizia no twitter (vejam aqui) sobre um grupo de botafoguenses que muito antes do meio-dia perturbavam o juízo dos rubro-negros frequentadores do Bar do Beto.

Por lá, cito Merica (senhor de oitenta e cinco anos, que não aparenta a idade, mas tem isso mesmo) como mentor da sacanagem.

É uma pena, mas não tenho imagens do furdunço, não tenho registro da euforia. Porém, achei por aqui uma fotografia daquele que incita a fúria (han?!) da torcida alvinegra. Cuidado com ele!

Inté.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

114



Apesar da imprescindível vitória de ontem sobre o enjoado Timbu, o Bar do Beto não ficou tão cheio. Talvez grande parte dos rubro-negros que costumam lotar aquele o aprazível balcão – diante da importância da partida – resolveu torcer mesmo de casa, garantindo a locação ideal para as rezas e mandingas que se fazem tão necessárias nesta fase da competição.

O capitão Júlio fez muita falta na tarde em que o Fla assumiu a vice-liderança. Porém, com toda certeza desse mundo, ele viu o bate-rebate na área do Náutico, findando no primeiro gol rubro-negro, marcado por Pet, e posteriormente delirou com o gol que deu a Adriano a artilharia do campeonato.

Não sabemos por onde ele estava, mas que o manipanço feito por Júlio ajudou o Mengão, isso ajudou.

Inté.

p.s: Peço-lhes desculpas por não fotografar. Ontem a tensão foi grande e, mesmo me valendo da máquina , não desgrudei o olho da tevê (isso aquela mesma de plasma que o leu sismou).

sábado, 14 de novembro de 2009

O VASCO DA GAMA, NO BETO


Não é novidade para ninguém o amor que sinto pelo Mais Querido do Brasil, mas O "butecólico" não poderia deixar de falar sobre o retorno do Vasco da Gama à elite do futebol brasileiro, lugar de onde não deveria ter saído nunca (???).


Sem qualquer tipo de euforia, faço um breve relato o sobre público de ontem no Bar do Beto. Cerca de quatrocentas pessoas ocuparam a frente do estabelecimento, até que Sonei (Sonei aspira ao posto de melhor e mais rápido trazedor de cerveja da Ilha) começasse a desmanchar as torres de mesas e cadeiras que ficam presas a uma corrente debaixo da amendoeira. Dezenas e mais dezenas das mesas amarelas e verdes foram sendo ocupadas pelos embevecidos vascaínos.

Cheguei por lá quando faltavam uns quinze minutos para o início da partida que deu ao Vasco o Título de Campeão Brasileiro da Segunda Divisão. Eu e Minha Deise (vascaína), na companhia de meu padrinho, Tio Waldir (vascaíno) e de meu primo Testa (botafoguense), assistimos, em local privilegiado a vitória por 2 x 1 sobre o América de Natal. Para selar o passaporte para a Série A, testemunhamos tudo isso, com dezoito Antarcticas e caprichadíssimas porções de tremoços.


Inté.

sábado, 7 de novembro de 2009

LENTES DE O "butecólico": RAFAEL BARROS IV

Neste exato momento (22h30), Rafael me chamou no rádio. Prometendo muitas fotos, um caminhão de lembrancinhas e uma garrafa de Pitu Gold, ele me acionou para informar sobre sua recém-posição no globo terrestre: uma aprazível birosca em Recife, (o casal Mônica e Rafael, com o rebento Mathues, foram visitar parentes da esposa na Veneza Brasileira). Eles acabaram de chegar.

Muito feliz por saber que estão em um delicioso passeio pela histórica cidade nordestina, resolvi encerrar hoje minha perseguição ao grande amigo Rafael Barros, com os flagrantes de ontem no Beto.

O assíduo frequentador deste balcão foi fotografado algumas vezes (vejam
aqui, aqui e aqui) em seus momentos de laser pelas lentes de O "butecólico".

As fotografias desta postagem mostram Rafa, não só no balcão, mas em uma das mesas espalhadas na frente do agradável bar.

Após os registros, fizemos companhia a este doce, a este devotado bebedor, que na maioria dos seus dias, carimba por lá a sua presença.

Completando o time de famosos, Daniel C.A (grande irmão) chegou por volta das 23H. Outro que nos honrou com sua presença foi o sumido Rodolpho, que hoje mora na Lapa, mas não abandona seu balcão preferido, o Bar do Beto.



Inté.
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P.S: A série Lentes de O "butecólico é um plagio descarado - mas autorizado - da genial EGO DO BUTECO, de Eduardo Goldenberg, dono do melhor blog que conheço (vejam aqui).

terça-feira, 27 de outubro de 2009

LENTES DE O "butecólico": RAFAEL BARROS III


Já que a imagem não ficou lá grandes coisa, darei continuidade aos relatos sobre esta noite de sexta-feira, o dia que mais enche no Beto. Com isso, descrevo a vocês, que acompanham os relatos deste bar, uma triste constatação: há mais de uma semana, não se vê tremoços em nosso buteco de fé, e por este motivo, resolvi me valer de meu estoque (compro um pote com dois quilos e meio do acepipe no atacadista ASSAI, por R$ 8.00). Levei outro pote (este, menor, tipo esses tapeware’s) cheio até o tampo do tão apreciado leguminoso. Não satisfeito, Hugo resolveu fazer dali um rodízio de carnes, pedindo à Maria (esta aqui) todos os tipos de espetos que ela tinha pronto. Posso jurar que ele comeu mais duas bandejinhas dessas quem vocês irão ver, além de um copo de feijão, acreditem. Na hora de nos recolhermos - já que a noite era mesmo de surpresas -, meu irmão, Diego, aparece, após ter buscado sua Tânia no trabalho, isso já mais de meia-noite.


p.s: soube por minhas fontes que Rafa só abandonou o posto às duas da manhã.

Inté.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

RAFA ESCAPA NOVAMENTE

Definitivamente, tenho que mudar de fonte (é secreta e não posso revelar), ou - mais uma vez - fui despistado. Ao chegar hoje no Bar do Beto, vi quase todos, menos ele. Rafael Barros (este aqui), segundo soube no balcão, passou por lá, mas nada e de esquentar lugar. O ébrio zarpou imitando o Halley, me deixando entristecido.

Agora, para minha sorte, o local conta com a presença de outros ilustríssimos insulanos, que - assim como Rafa - também merecem ser estampados nas páginas de O "butecólico". O primeiro a dar as caras foi o Brito (Brito é pai do meu grande amigo Jeffinho - falarei dele outro dia - já foi flagrado, aqui, pelas lentes deste blog). Depois vem a Maria, que há muito mais de dez anos vende churrasquinho em frente ao Bar do Beto. Roberto, de certa forma, apoia a atividade desta simpaticíssima senhora. Maria atrai, quase todas as noites, com suas varetas de carne, salsichão e asa de frango na brasa, dezenas de beberrões, além de famílias inteiras. Por isso, ela até utiliza a energia elétrica do citado butequim para iluminar sua carrocinha. E eu ... bom, eu tenho o privilégio de assistir tudo isso de camarote, com Antarctica custando R$ 2.60.



Inté.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

FERIADO DO COMÉRCIO (OU FALSAS JURAS)


O Roberto, isso mesmo, o Beto do Bar levou essa história de feriado do comércio mesmo a sério (acredito que ele tenha sido o único comerciante - pelo menos entre os donos de butecos - da Ilha do Governador a fazer isso) e resolveu não levantar as portas do seu - ou melhor, do nosso - estabelecimento. Morri de pena quando passei por lá antes da chuva e vi o primeiro time daquele balcão, tendo que se encostar na padaria ao lado, para garantirem as cervejas deste feriado (para isso é que o feriado serve). A maioria já está aposentada, mas eles comemoram, em solidariedade aos que folgam no dia de hoje.

Após esta puxada de tapete, ao pisar em casa, - acredito que pela décima ou décima primeira vez – resolvi assistir o filme O Mistério do Samba. Todas a vezes que ponho as mãos na caixinha deste dvd, Minha Deise já grita: não, outra vez não; e sai da sala resmungando. Por isso, tinha que fazer a exaustiva sessão (digo sessão, pois eu ligo nosso minúsculo home theater no volume máximo e fecho todas as cortinas para dar um clima de sala de cinema) se tornar mais atrativa. Depois de pensar em coisas de que ela gosta, me lembrei da pizza de mussarela, com a metade portuguesa, mas – já com os pratos, copos e talheres sobre a mesa - tentei estabelecer contato com todas as pizzarias que conheço na Ilha do Governador, e nenhuma delas me atendeu, nenhuma. Bom, assisti o filme com a mesma empolgação de quando o vi pela primeira vez, na pré-estreia Minha Deise – como em quase todas as sessões que promovo – dormiu como uma pedra no sofá da sala.

A vocês, deixo uma das músicas que mais gosto no filme, canção com autoria de Casquinha e Candeia, em alusão às falsas juras que Suríca haveria feito a Casquinha da Portela, quando namoravam, isso há muito tempo.

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Falsas Juras

Casquinha & Candeia, em 1954


Eu já lhe disse

Que não quero mais o seu amor porque

As falsa juras nos seus beijos

Me fizeram padecer

Não adianta aos meus pés se ajoelhar

Pode chorar, pode chorar




Vai eu não lhe quero mais

Já cansei-me dos seus beijos

Deixa-me viver em paz

Você jurou, jurou mas não cumpriu

E como judas um dia me traiu

Só falsidade existiu

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Inté.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

LENTES DE O "butecólico": RAFAEL BARROS

Hoje é dia de começarmos mais uma série aqui em O “butecólico”. Porém, desta vez, dou início à uma perseguição daquelas implacáveis, aquelas que causam inveja aos pararazzis mais intrometidos, mas bisbilhoteiros. Não vou perseguir nenhum cretino “famoso” (termo ridículo, um dos mais escrotos do mundo), mas valendome da alta qualidade do zoom de minha nova câmera - comprada para melhor informá-los em O “butecólico” -, irei capturar imagens surpreendentes do meu grande amigo Rafael Barros. Trarei a vocês a intimidade do amigo, quando este ébrio estiver debruçado no balcão do Roberto, ou mesmo de outros estabelecimentos. Vocês devem estar se perguntando a razão pela qual resolvi dar início à esta maratona voyerista. Confesso que não saberia deixar claro minhas motivações para este acossamento, tão pouco minhas pretensões, mas talvez a freqüência demasiadamente assídua de Rafa ao balcão do Beto tenha despertado em mim a vontade de fotografá-lo (sempre sem que ele saiba), com o intuito mostrar a vocês a rotina de um homem contente, de um amigo feliz da vida.

Eu e Rafael fomos criados juntos na Aerobita (saudades, saudades e mais saudades), o conjunto habitacional, na Portuguesa, que amamos até hoje, como se ainda morássemos lá (outro dia falarei sobre a Aerobita, aguardem).

Abrindo a série – que não tem prazo para terminar –, a fotografia de Rafael mostra como meu amigo fica à vontade neste buteco (o Bar do Roberto), que tão bem nos acolhe. Esta imagem foi feita na noite da última quinta-feira (ontem), às 23h40min, quando a porta da esquerda do bar já havia descido. As lentes de O "butecólico" acabaram atingindo também o Thiaguinho (à direita), mas, por favor, vamos voltar a atenhção pro Rafa.

p.s: pedi licença ao meu caro Eduardo Goldenberg, do – inigualável –
BUTECO DO EDU, para fazer aqui, em O “butecólico”, algo parecido (talvez uma imitação rasteira) com o que ele já faz há muito no seu balcão virtual, com a fantástica série EGO DO BUTECO, como podem ver aqui.

Inté.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

MAIS UMA NO BETO

E a vida continua agitada no nosso boteco de fé (o Bar do Roberto ou do Beto, se assim preferirem). Reparem a animação do diálogo entre Léo Narranja e Felipe Mariano, num dos melhores e mais aconchegantes balcões da Ilha. O papo era tão empolgante, que Narranja dá claros sinais de insatisfação, quando foi interrompido por mim, para pedir que fizesse uma pose para o O "butecólico". A baixo, as imagens da nata, do supra-sumo, do puro suco da noitada insulana.

Inté.