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quinta-feira, 20 de agosto de 2009

PARABÉNS, MESTRES !


É bem verdade que esta postagem não traz exatamente uma novidade - principalmente aos mais devotados à nossa cultura popular -, mas isso não diminui a necessidade de se fazer tal referência; uma reverencia a dois pilares da música.

Com imenso prazer, deixo aqui em nosso “butecólico”, dois registros, de dois dos maiores portelenses: mestres Candeia, e Monarco, que aniversariam no mesmo dia. De Hildemar Diniz, fica duas fotografias e de Antônio Candeia Filho, o documentário Partido Alto.

No último dia 17 de agosto, seria o aniversário de Candeia, mas o grande Monarco está aí para relembrá-lo, comemorando também o seu próprio dia. Que privilégio!

MONARCO:







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CANDEIA:





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Inté.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Mercearia Café e Bar Tubiacanga

Fui lá! Quando disse aqui sobre um boteco aspirante ao posto de Meu (novo) Buteco de Fé, ainda não havia bebido, muito menos comido nada naquele balcão. Esta semana, na última segunda-feira (dia 20 de outubro, de 2008), ainda abalado com a notícia da morte do grande Luiz Carlos da Vila, resolvi parar lá, e em fim ... , experimentar o local. Assim que cheguei, por volta das cinco e quinze da tarde, um homem calvo, aparentando seus quarenta e poucos anos, me perguntou se eu queria alguma bebida. Sedento, respondi:

- Me dá uma Brahma?!

De imediato, chega a ampola muito gelada, mas com uma ressalva:

- Fechamos às seis, tá bom?

Um pouco contrariado, pois há tempos queria apreciar a bebida e a comida do botequim, respondi que não havia problema algum. Após meia garrafa, decidi ver o que tinha para comer, já que como disse aqui, outro dia eu avistei belas empadas compondo o balcão do boteco. Desta vez, foi bem diferente. Talvez por se aproximar do fim do expediente, nada estava à vista, para que pudesse ser escolhido, tirando sacos de biscoitos, emendoins e coisas do gênero.


O nome do boteco é Mercearia Café e Bar Tubiacanga. A fachada é interessante. O local não tem gente que pede torre de “chopp” - nem poderia. É bem atrativo. Porém, inevitavelmente, antes das seis horas terminei a garrafa, sem ter muita vontade de ficar. Alguma coisa me diz para voltar lá, mas acho que ainda não foi desta vez que achei. Podem crer que voltarei, mas mais cedo e torcendo para dar de cara com as empadas. Se eu me sentir em casa, trago fotos.

Inté!

quarta-feira, 23 de maio de 2007

"ô sorte!"










Sorte é ter tão bom vizinho. Pena é não sabermos que temos como "conterrâneo" – na verdade nem deveria usar esse termo , pois se ele não for da Serrinha, me enganei feio - figura tão ilustre. Falo de quem estudou música com Joaquim Naegle e Darci Barbosa. Me refiro a um competente músico que foi levado por Bituca à Escola Flor do Ritmo, no Méier, e que ao atingir a maioridade fez parte da Orquestra de Permínio Gonçalves e da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro. Assim ele começou sua carreira artística bem sucedida. O memorável baterista tocou com Elizeth Cardoso, Elis Regina, Roberto Carlos e Chico Buarque, ainda outros grandes. Wilson das Neves é um dos principais nomes da musica nacional, um dos grandes representante da nossa música no exterior e morador da Ilha.
Após quarenta anos de carreira, Das Neves se projetou como compositor, lançando os CDs Brasão de Orfeu, e O Som Sagrado de Wilson das Neves, com composições maravilhosas, entre elas, O Samba é Meu Dom. É uma coisa de outro mundo escutá-lo cantando Grande Hotel, com Chico Buarque, ou melhor, ouvi-lo cantando aquela bela homenagem ao Mestre Marçal. Sei lá o que é melhor ...

Na verdade, nunca o vi transitando pelo bairro ou em algum botequim insulano, mas Deus escreve certo por linhas tortas, pois com toda certeza, se eu o encontrasse, o abordaria para puxar uma conversatentando aprender um pouco mais sobre essa música a nossa música, e isso poderia importuná-lo, mas, ao mesmo tempo, penso que quem não arrisca não petisca. Às vezes, até fico pensando como seria esse encontro, pois admiração é tanta, que fico com certo receio. Calma, não farei nenhuma bobagem. Não importa! Saber que Das Neves mora na Ilha do Governador já me basta, mas fico com a sensação de ir ao Rio e não ver o mar. Coisa de fã ... não daqueles que gritam, que esperneiam, mas dos que querem somente beber uns copos de cerveja com seu ídolo. Só sei que quando encontrá-lo, farei como o próprio, e direi : ô sorte !
Inté