Na última quarta-feira, recebi a notícia de que Krisciane, minha prima - acreditem - ruiva, viria para o Rio.
Um momento para Krisciane. Kris, ao ser formar dentista (há coisa de quatro anos), partiu para a selva amazônica, a fim de cuidar da saúde dos índios, e assim o faz com grande esmero e dedicação impar.
Voltando ao assunto, ela não viria sozinha.
A ruiva, traria seu grande amor, cabra que ela se encantou ao morar nas imediações de Manaus. Juscelino (para ela, Celino, Lino ou apenas Jú) é um engenheiro civil, flamenguista fanático, e impulsionado pela segunda virtude, veio para cá dizendo que conheceria o Maracanã, mesmo que para isso tivesse que gastar uma nota preta.
Bom, na sexta à noite eles chegaram, mas estavam tão cansados que apagaram cedo, antes das dez da noite. Porém, conseguimos beber uma dúzia de Devassas, antes do merecido descanso. Eu e Minha Deise ainda ganhamos duas camisas com lindíssimas estampas, duas belas camisas de Manaus.
Na manhã de sábado eu meu irmão Diego (vascaíno) os levamos à Gávea (neste tempo pude escutar todos os sotaques possíveis, menos o carioca).
Juscelino permeou a FlaButique do mesmo jeito que eu pulava nas piscinas de bola, em minha infância, e por lá deixou uns quase mil Reais, mas levou camisa do Flamengo de tudo que foi tipo e época diferente. Pouco antes de deixarmos o clube, e depois de tirar fotografia de toda a sede, Celino - não me perguntem como - apareceu com dois ingressos. Este rubro-negro acabara de comprar, por seiscentos Reais, duas entradas para as cadeiras do Maraca, onde podemos chorar ao ver o Mengão levar o hexacampeonato.
Sou eternamente grato a este rubro-negro especial, a este sujeito que não mediu esforços para me proporcionar o registro de um dos melhores dias e minha vida.
Valeu, Celino !!!
Fiquem com algumas imagens, meus caros, que mostram da ida de metrô, até a hora de descer a rampa.
Um momento para Krisciane. Kris, ao ser formar dentista (há coisa de quatro anos), partiu para a selva amazônica, a fim de cuidar da saúde dos índios, e assim o faz com grande esmero e dedicação impar.
Voltando ao assunto, ela não viria sozinha.
A ruiva, traria seu grande amor, cabra que ela se encantou ao morar nas imediações de Manaus. Juscelino (para ela, Celino, Lino ou apenas Jú) é um engenheiro civil, flamenguista fanático, e impulsionado pela segunda virtude, veio para cá dizendo que conheceria o Maracanã, mesmo que para isso tivesse que gastar uma nota preta.
Bom, na sexta à noite eles chegaram, mas estavam tão cansados que apagaram cedo, antes das dez da noite. Porém, conseguimos beber uma dúzia de Devassas, antes do merecido descanso. Eu e Minha Deise ainda ganhamos duas camisas com lindíssimas estampas, duas belas camisas de Manaus.
Na manhã de sábado eu meu irmão Diego (vascaíno) os levamos à Gávea (neste tempo pude escutar todos os sotaques possíveis, menos o carioca).
Juscelino permeou a FlaButique do mesmo jeito que eu pulava nas piscinas de bola, em minha infância, e por lá deixou uns quase mil Reais, mas levou camisa do Flamengo de tudo que foi tipo e época diferente. Pouco antes de deixarmos o clube, e depois de tirar fotografia de toda a sede, Celino - não me perguntem como - apareceu com dois ingressos. Este rubro-negro acabara de comprar, por seiscentos Reais, duas entradas para as cadeiras do Maraca, onde podemos chorar ao ver o Mengão levar o hexacampeonato.
Sou eternamente grato a este rubro-negro especial, a este sujeito que não mediu esforços para me proporcionar o registro de um dos melhores dias e minha vida.
Valeu, Celino !!!
Fiquem com algumas imagens, meus caros, que mostram da ida de metrô, até a hora de descer a rampa.













Inté.
P.S: sem muita demora, contarei a vocês sobre a entrada no Maraca, sobre a confusão para adentrar o estádio, o templo do império rubro-negro. Sequer houve a necessidade de inserir o ingresso na roleta. Tenho-o aqui e mostrarei em breve, intacto, virgem.
